Graduação Pós-Graduação Pesquisa Extensão Biblioteca Intercâmbios Comunicação A FFLCH  
Skip to Content

Programa de trabalho no XXV ENANPOLL

O GT de Análise de Discurso adotou há alguns encontros o procedimento de disponibilizar com antecedência, em site apropriado, os trabalhos a serem discutidos durante o Encontro Nacional. No XXV ENANPOLL o GT seguirá esta mesma sistemática.

Em cada mesa, os pesquisadores expõem apenas os aspectos fundamentais de seu trabalho, já lido pelo conjunto do GT, a fim de priorizar-se no Encontro a discussão das pesquisas.

O GT encontra-se estruturado em linhas de pesquisa, que fundamentam os temas das mesas. Os sub-coordenadores dessas linhas vão coordenar as mesas e moderar as discussões.

Calendário

02 de julho de 2010

Manhã

9h às 10h30 – Sessão de trabalho da Linha 1 – História das idéias lingüísticas
10h30 às 11h - Intervalo – Café
11h às 12h30 – Sessão de trabalho da Linha 3 – Ideologia e inconsciente
12h30 às 14h - Almoço

Tarde

14h às 15h30 – Sessão de trabalho da Linha 4 – Subjetivação e Processos de Identificação
15h30 às 16h - Intervalo - Café
16h às 18h – Sessão de trabalho da Linha 2 - Diferentes materialidades significantes na história

03 de julho de 2010

Manhã

9h às 10h – Sessão de trabalho da linha 5 – Práticas discursivas e movimentos na história
11h às 12h – Reunião do GT: balanço do biênio 2008-2010 e plano de trabalho para o próximo biênio.

 

Resumos expandidos por linhas

 

Linha 1 - História das idéias lingüísticas

Coordenadores: Cláudia Castellanos Pfeiffer e Luiz Francisco Dias
 

1. LEGISLAR SOBRE A LÍNGUA
Mónica Graciela Zoppi Fontana (Universidade Estadual de Campinas / CNPq)

2. CENTRALIZAÇÃO, INTEGRAÇÃO, INTERDISCIPLINARIDADE
Ana Cláudia Fernandes Ferreira (Univás)

3. A ARTICULAÇÃO ENTRE GRAMÁTICA, FILOLOGIA E LINGUÍSTICA NO RIO GRANDE DO SUL DOS ANOS 50
Verli Petri (Laboratório Corpus-PPGL/UFSM) e Amanda Eloina Scherer (Laboratório Corpus-PPGL/UFSM)

4. LÍNGUA E REVOLUÇÃO EM MOÇAMBIQUE
Bethania Mariani (CNPq/FAPERJ)

5. SUJEITO, ESCRITA, MODOS DE SUBJETIVAÇÃO
Ana María di Renzo (UNEMAT)

6. O SABER ESCOLAR – GRAMÁTICAS DA INFÂNCIA
Leonor Lopes Fávero (USP – PUCSP – CNPq)

7. APREENSÕES DE MASCULINO E FEMININO EM GRAMÁTICAS BRASILEIRAS
Luiz Francisco Dias (UFMG)

 

Linha 2 - Diferentes materialidades significantes na história.

Coordenadores: Suzy Lagazzi e Roberto Baronas
 

1. TESSITURA E TECEDURA: MOVIMENTOS DE COMPREENSÃO DO DISCURSO ARTÍSTICO NO AUDIOVISUAL
Nádia Régia Maffi Neckel

2. SONORIDADES VOCAIS - MOVIMENTOS ESQUIZOS DE SUBJETIVAÇÃO NA ENUNCIAÇÃO CANTADA
Pedro de Souza (UFSC-CNPq)

3. UM CORPO NA FOTOGRAFIA DO JORNAL
Simone Hashiguti (UFU)

4. RETRATOS DIGITAIS: SUBJETIVAÇÃO E VIOLÊNCIA NO ORKUT
Aracy Ernst-Pereira (UCPEL)

5. NORMALIZAÇÃO DISCIPLINAR E MATERIALIDADES SIGNIFICANTES: O SOCIAL E O POLÍTICO EM TELA
Ismara Eliane Vidal de Souza TASSO (UEM)

6. IMAGENS, DIZERES E EFEITOS DE SENTIDO: A FORÇA MATERIAL DO DISCURSO E A PRODUÇÃO DE EVIDÊNCIAS SOBRE O MIGRANTE NORDESTINO
Helson Flávio da Silva Sobrinho (UFAL)

7. A ESPESSURA HISTÓRICA NA ANÁLISE DO DISCURSO POLÍTICO.
Vanice SARGENTINI (UFSCar)

8. DO INTERDISCURSO À INTERDISCURSIVIDADE CULTURAL: UMA ANÁLISE DISCURSIVA DE CHARGES POLÍTICAS
Roberto L. Baronas (DL-PPGL-UFSCAr – CNPq)

9. RESISTÊNCIA E CONTRADIÇÃO NA MATERIALIDADE DO SOCIAL
Suzy Lagazzi (UNICAMP)

 

Linha 3 - Ideologia e inconsciente

Coordenadoras: Bethania Mariani e Maria Cristina Leandro Ferreira
 

1. IDEOLOGIA E INCONSCIENTE: O DISCURSO SOBRE O FEMININO
Belmira Magalhães (UFAL)

2. O SUJEITO, A FAVELA E OS MUROS
Lucia M. A . Ferreira (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – Unirio)

3. CORPO, OLHAR E DISCURSO: O SUJEITO INTERPELADO
Maria Cristina Leandro Ferreira (UFRGS)

4. ARQUIVO, SUJEITO E MÍDIA: O DISCURSO DA IMPRENSA CARIOCA NA CONSTITUIÇÃO DO SUJEITO URBANO
Silmara Cristina Dela-Silva (UFF/FAPERJ)

 

Linha 4 - Subjetivação e processos de identificação

Coordenadores: Maria Onice Payer e Pedro Navarro
 

1. CONSUMO, PUBLICIDADE E PROCESSOS DE SUBJETIVAÇÃO
Newton Guilherme Vale Carroza (UNIVÁS)

2. MÍDIA "EU-CÊNTRICA": A CONSTITUIÇÃO DE SUJEITOS FLEXÍVEIS E FLUÍDOS
Maria Regina Momesso (Unifran/SP)

3. PALAVRAS DA CIDADE: SUJEITOS EM DISCURSIVIDADES CONTEMPORÂNEAS
José Horta Nunes (UNESP-SJRP)

4. MEMÓRIA DISCURSIVA DA IMIGRAÇÃO E PROCESSOS DE IDENTIFICAÇÃO EM MÍDIA JORNALÍSTICA
Maria Onice Payer (UNIVÁS)

5. REPRODUÇÃO E RESISTÊNCIA: AS DENOMINAÇÕES NA ORDEM DO DISCURSO
Alexandre Sebastião Ferrari Soares (UNIOESTE)

6. PROCESSOS DE ENSINO/APRENDIZADO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS
QUAL É A LÍNGUA QUE ESTÁ REPOSTA EM JOGO?
María Teresa Celada (USP)

 

Linha 5 - Práticas discursivas e movimentos na história

Coordenadoras: Solange Gallo e Solange Mittmann
 

1. FUNCIONAMENTO DO DISCURSO JORNALÍSTICO SOB CENSURA NA DITADURA MILITAR: MARCAS DE RESISTÊNCIA E TENSÃO NO DISCURSO
Carla Barbosa Moreira (Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte -FACISABH)

2. ESCRITA JORNALÍSTICA E MÍDIA
Telma Dominguez da Silva (UNIVAS)

3. LIMITES ENTRE CONHECIMENTO CIENTÍFICO E CONHECIMENTO NÃO CIENTÍFICO: O ACONTECIMENTO DESSA DETERMINAÇÃO.
Solange Leda Gallo (Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL)

4. REFERÊNCIAS A SI NA ESCRITA ACADÊMICA
Regina Maria Varini Mutti (UFRGS)

5. PRÁTICAS DISCURSIVAS DE SUBJETIVAÇÃO NA/PELA ESCRITA EM ESPAÇOS VIRTUAIS
Evandra Grigoletto (UFPE) e Fabiele Stockmans De Nardi (UFPE)

9h30 às 10h - Debate

6. DA LUTA AO CIBERESPAÇO, RETRATO FEMININO EM MOVIMENTO
Solange Mittmann (UFRGS) e Carme Regina SCHONS (UPF)

7. DE QUEM É A CULPA?
Marilei Resmini Grantham (Universidade Federal do Rio Grande).

8. PRÁTICAS MIGRATÓRIAS E MOVIMENTOS NA HISTÓRIA: ÍNDIOS URBANOS
Tania C. Clemente de Souza (UFRJ) e José Wilhame Pinto Araújo (UFRJ).

9. O MST E O DISCURSO DA VIOLÊNCIA
Freda Indursky (UFRGS)

10. VIOLÊNCIA E MOVIMENTOS SOCIAIS
Vanise Medeiros (UFF/ FAPERJ)